segunda-feira, 24 de julho de 2017

Resenha do livro O Terraço e a Caverna

Olá galera !!!


Tudo bem com vocês? Bom, hoje estou aqui para trazer-lhes mais uma resenha. Antes de iniciar a resenha desta obra maravilhosa vou explicar como a descobri. Eu tenho um blog antigo o qual deixei-o ativo, pois tem coisas bacanas lá que eu gostaria de repostar no meu blog atual, que é o Jornal Literatura & Cia. O autor Mauricio Limeira achou esse blog e gostou do que havia visto lá, então entrou em contato comigo por e-mail e perguntou se eu não gostaria de resenhar a obra dele aceitei, pois meu lema é 'Ajudar os autores nacionais', pois, sim, eles merecem muito nosso respeito. O nome da obra é ‘’O Terraço e a Caverna’’ continuem lendo...

O Terraço e a Caverna é um livro escrito pelo autor Mauricio Limeira, publicação da Fundação Cultural do Estado do Pará, tem 276 páginas. É narrado em 1° pessoa e divididos em vários capítulos. A história se inicia no Rio de Janeiro, mais com os acontecimentos o cenário transforma e passa por vários locais.


O livro conta a historia de Quinha e Paco. Ambos moram no mesmo estado mais não na mesma casa. São crianças de estilos diferentes, Quinha tem 11 anos e mora com seus pais, um irmão e um avô,  numa cobertura na zona sul do Rio. Já Paco tem 12 anos, mora com os pais, num buraco abandonado do metrô carioca, depois que o tráfico local os expulsou da comunidade em que viviam. Ele é cadeirante, ela sofre da síndrome das pessoas inexistentes, vivendo solitária num universo muito particular, onde gatos falam, voam e são terrivelmente ardilosos. 



As probabilidades de Quinha e Paco se encontrarem são mínimas, mais isso não será empecilho para que o destino os ajudem a se encontrar.

Só esse inicio já sentimos o drama. Mas não é um drama complicado, difícil de entender. Basta se colocar no lugar dos personagens, duas crianças que sofrem preconceitos por terem seus problemas.

Eu diria que o mundo fora de nossas  casas é, sim, difícil de lidar, porque as pessoas julgam demais os deficientes ou não deficientes, ninguém se coloca no lugar do outro para sentir o que passamos, pois também sou deficiente e sei como é a vida lá fora. 

Quinha sofre de uma “Síndrome das pessoas Inexistentes”. Juro que não conhecia essa Síndrome, e vocês? Já ouviram falar?... Eu diria para Quinha que o mundo não é tão ruim como ela imagina, só temos que aprender a lidar com as pessoas que habitam nesse mundo. 

Os pais de Quinha, por verem a filha sofrer preconceito e também pela filha não querer ir mais à escola, resolveram deixá-la ficar em casa. Então eu me perguntei: será que foi a melhor opção? Será que não ajudaria a menina a tentar ser mais social? É entao mostrar como é lidar com os ser humanos. 

Parando para pensar, não é fácil lidar com o ser humano. Eles nunca estão aptos a nos ajudar, então, neste caso, entendo os pais de Quinha. Para poder ajudar a filha, eles compraram um computador, e neste computador eles puderam de alguma forma se aproxima da filha, pois a menina havia se fechado no mundinho dela onde, ao meu entender, é muito mais gostoso do que o mundo que habitamos. 

Já Paco se tornou um cadeirante que, eu diria, no decorrer da historia, por imprudência do pai que o deixou cair dos seus braços, (diria imprudência porque foi o que senti durante a narrativa). O menino acabou se tornando paraplégico, sofreu também preconceito na escola, mas lá tinha uma professora que gostava dele e o ajudava muito. Infelizmente o preconceito  é a falta de informação e convivência dos seres humanos por achar que cadeirante é um ser incapaz. O pai poderia tentar mais, mas deixou o filho decidir, ou achou que o filho na cadeira de rodas poderia ajudar nas ruas para trazer sustento para sua casa, por causa das suas limitações. Muitas vezes achamos que as circunstâncias são maiores que a nossa capacidade de reagir, essa é a realidade de algumas pessoas hoje. Talvez, quando mudarmos um pouco o nosso pensamento a respeito de muitas coisas, faremos o mundo um pouco melhor.

Esse livro se fez surpreendente em diversos pontos. Os elementos colocados na ficção pelo autor e apresentados aos leitores estão na dosagem certa. Juro por Deus, esse livro merece ser lido para as crianças, para que elas aprendam desde cedo como tratar um cadeirante até mesmo uma pessoa com uma síndrome.

Vou destacar aqui o tipo de escrita usado pelo autor nessa magnífica obra, que para mim foi maravilhosamente suave: a narrativa, volto a repetir, é em 1° pessoa, tem um estilo literário formal e tranquilo, em nenhum momento vi xingamentos (e isso foi um ponto positivo; olha, livros sem palavrões ganham pontos comigo). A narrativa, em nenhum momento, deixou de ser fluida.O autor foi bem objetivo durante a historia, sem aquelas enrolações chatas que existem em alguns livros que, nossa!, dá desânimo. Esse livro foi e é demais, amei. Os personagens têm forma física e alma, não são meras aparições, superficiais. Eles não deixam os leitores com a sensação de inexistência durante a leitura. 

O Terraço e a Caverna  - o livro perfeito para quem busca aprendizados, dramas e história de amor. O autor consegue  envolver todas essas características em uma leitura detalhada e prazerosa,  sem se tornar chato e repetitivo.

Minha opinião final sobre essa obra: o livro O Terraço e a Caverna é um livro perfeito para se tirar uma lição de vida, pois Quinha e Paco mostram como podemos dominar as perdas, as magoas. Apesar deles estarem frustrados, com certeza eles passam força para aqueles que leram, nos dão ânimo para seguirmos nosso caminho. Fiquei muito triste em alguns capítulos que onde existiram perdas, perdas essas que são muito dolorosas. Cada capitulo nos prende com sua sabedoria e drama, claro, mas é um tipo de livro que não rolou nenhuma maresia. Sabe, foi tudo no seu tempo. Teve momentos que me sentia no meio dos personagens, pois sou muito emotiva,  e a vontade de abraçar aquele personagem que estava sofrendo era muito grande.Foi uma leitura prazerosa.


Quanto à qualidade do material em que essa obra magnífica foi produzida, a capa é azul escuro; como não tem ilustrações é que chama mais atenção. A parte de dentro da capa, nossa, é lindo demais. Quanto às folhas, são finas mas não tão finas a ponto de ver outro lado; são brancas, apesar de eu gostar mais de folhas amarelas, pois acho mais é fácil de ler. Folhas brancas ofuscam muito e repuxam bastante as vista. Tamanho da fonte médio, dá para ler tranquilo. Apesar de serem médias, achei as fontes claras para folhas brancas, e isso mexeu um pouco na minha leitura. Mas o livro si é maravilhoso. Essa obra merecia muitas estrelas, pois retrata assuntos que mal vejo falar na mídia assim, ‘’BULLYNG’’. Parabéns ao autor por essa obra genial e valiosa.




Booktrailer do livro O Terraço e a Caverna





quinta-feira, 13 de julho de 2017

Resenha do livro Lembranças de Um Diário

Olá galera, olha eu de volta, uhuu!!!! estou como sempre enfrentado um problema de saúde , nada grave , mais é um problema que afeta minha movimentação, mais não vim falar disso hoje , venho trazer uma resenha fresquinha de um livro que recebi faz um tempo e só agora terminei de ler, o livro é : " Lembranças de um Diário" , de uma autora muito carismática e super bacana, chamada Joana Amorim. 







Titulo : " Lembranças de um Diário" 

Autora : Joana Amorim









Resenha



Bom não irei mentir comecei a ler essa bela obra no mês passado e só agora terminei, devido ao problema de saúde que estou enfrentando, com dores de cabeça não consigo pensar em mais nada.

Esse livro me impressionou muito do inicio ao fim, por que? Hummm!!!! porque as poesias bateram perfeitamente com os momentos que estava vivendo, ou seja, ‘’Momentos de amor’’, sim meus queridos apesar de ter dificuldade de locomoção eu também me apaixono , coisas do coração são complicadas mais o que importa que cada poesia é como se fosse de mim para essa pessoa e olha que não sei escrever poesia que fale de amor como a autora Joana Amorim. Como diz um amigo escrever poesia não é comigo rsrrs. 

É muito raro ler algo que pareça muito com as coisas que vivo, ou estou vivendo ,é meio difícil explicar quem leu essa obra sabe do que estou querendo falar, e quem não leu por favor leia , pois é impossível vocês não sentirem que as poesias batem com algum momento que vocês estão vivendo.

A minha querida parceira e autora Joana Amorim ela é companheira demais galera ,nunca vi uma pessoa ser tão atenciosa com seus parceiros, é difícil e complicado de achar autores pacientes e que sejam bastante companheiros. Hoje em dia os autores querem tudo corrido e tudo do jeito que eles querem,e a autora Joana Amorim é muito alto astral, se ela não gostar de algo simplesmente ela conversa e explica , não tem essa de sobrepor a opinião sobre a dos parceiros ela é realmente nota mil. Diria autora que esta obra merecia uma capa dura tipo capa de um diário mesmo , acredito que combinaria com o titulo não que a capa atual não seja linda , mais por ser uma obra de poesias geniais que merecia a capa que citei . 

Não tenho como citar os poemas que bateram com o que sinto pois são vários, ou seja iria expor toda obra aqui, e isso seria entregar a obra de mão beijada para as pessoas e não é isso que quero. Então a minha nota para obra seria mais que minhas expectativas. abaixo dessa resenha grande vai está o link de compra dos três livros da autora e as redes sociais beijos até a próxima.


Redes sociais minha parceira:
Onde comprar suas lindas e belas obras:

Livro l

Livro ll
O Milagre de Clarinha
http://www.travessa.com.br/o-milagre-...

Livro lll
Lembranças de um Diário
http://www.travessa.com.br/lembrancas...










segunda-feira, 12 de junho de 2017

Biografia e resenha



Glauber Vieira Ferreira nasceu em Varginha (MG) em 1973, mas vive em Brasília desde a infância. 
Em 2010 foi o vencedor, na categoria “contistas não-residentes”, no VII Prêmio Barueri de Literatura.

Em 2014, dois de seus poemas foram seleccionados nos concursos Poesia nos Ônibus, organizados pelas prefeituras das cidades gaúchas de Santa Rosa e Gravataí, e outro de seus poemas foi seleccionado no concurso Pão e Poesia, de Blumenau (Santa Catarina).

Está incluído na antologia poética Chamote, publicado na Argentina, em 2015, pela Punto de Encuentro Editorial. Tal antologia reúne 95 autores de toda a América.

Também teve um conto publicado na Alemanha, em uma antologia chamada “Grenzelos” (Editora Arara Verlag - 2016), reunindo somente autores brasileiros, que tiveram seus textos traduzidos para o alemão.



Por fim, publicou também “Mosaicos” (Editora Penalux, Guaratinguetá, 2015) de minicontos. Em 2016 saiu pela Thesaurus, de Brasília, o Poesia Estradeira.





Resenha









Olá galera, tudo bem com vocês? Hoje venho trazer a resenha de um livro que estou demorando muito para fazer devido a minha autoestima,o livro é maravilhoso, mas ando muito sem motivação por isso estou demorando para criar e postar a resenha... bom, a resenha de hoje é do livro Poesia Estradeira de um autor muito simpáticoO nome do autor desse livro é Glauber Vieira ele é super simpático, atencioso e super carismático; vamos lá saber minha opinião sobre esse livro??? 

O livro ‘’Poesia Estradeira’’ é escrito pelo autor carismático como já havia falado acima Glauber Vieira,da editora Thesaurus.E é um livro composto por poesias e com várias fotografias de paisagens lindas.



Ele soube por no papel o que seu olhar transmitia como poético, ele soube direitinho descrever o que sentia em cada poema descrito em cada página. Cada página lida vocês tem várias sensações muito profundas, sensações essas que quando você para pra pensar se sente no lugar do autor, é difícil passar para o papel descrever o que sentir realmente em cada leitura feita durante uma semana. Em cada página ele mostra paisagens e centros históricos nas quais nos chama atenção. 

Eu, Roberta, aconselho a todos que amam poesias: leiam esse livro Poesia Estradeira, pois vocês viajam nas descrições feitas pelo autor nos locais por onde passou, pois ele fala de coração aberto e com muita propriedade, que vocês se deparam com várias emoções contidas em cada poesia. Não existe livro emocionante e marcante como esse, disso duvido muito. 



Minha opinião: Bom quando recebi esse livro não imaginava que ele fosse tão marcante, tanto nas poesias contidas nele quanto nas páginas. A capa é bem linda o que nos chama muita atenção para saber o que contem aquela obra. Eu li em menos de uma semana, porém demorei a fazer essa resenha por motivos já explicado acima é muito difícil uma pessoa entrar numa fase que não consegui sair e acaba perdendo a vontade de ler de resenhar, mas eu prometi e vim cumprir minha promessa, o autor merece. Li essa obra maravilhosa e vou reler em breve assim que eu conseguir voltar ao meu ânimo e minha autoestima se levantar. Quando folheei o livro senti um cheiro tão gostoso, as páginas brilhantes, fontes agradáveis o autor Glauber está de parabéns por essa linda obra que se tornou uma de minhas favoritas, tanto a obra quanto ele merecem cinco estrelas.
Obrigada autor pela paciência e pela magnitude dessa linda obra.

Li e vou reler muitas vezes. Tenho certeza que ao abrir Poesia Estradeira novamente, novos sentimentos serão descobertos. As palavras são sempre as mesmas, mas, os prismas divisados são mutáveis. Vamos a leitura!



segunda-feira, 29 de maio de 2017

Resenha - Johnny Bleas - O Núcleo da Montanha

Oi Gente como vão?Estou de volta para trazer mais uma resenha de um livro que já terminei de ler faz dias, mais devido alguns contratempos não fiz a resenha, rolou muito coisa durante esse tempo na qual me impediu de criar a resenha e de voltar ao blog, mais finalmente hoje estou trazendo a resenha para vocês, o livro será Johnny Bleas O Núcleo da Montanha de um autor super bacana o João Gabriel Brene.








Resenha







Bom durante a narrativa duas coisas me chamou atenção que são os momentos de Bleas que são o presente de Johnny e o passado de Kourem, durante a narrativa vou descobrindo o porquê Kourem virou uma criança ou adolescente vingativo, de certa forma as pessoas que os criaram eram pessoas do mal que não querem o bem de ninguém que se acerque a eles, João Gabriel Brene ele nos mostra claramente o quão os irmãos são tão diferentes e ao mesmo tempo parecidos, Kourem se tornou um adolescente frio e calculista mais isso não veio dele devido às más companhias ele acabou se tornando esse tipo de pessoa, mesmo ele sendo vilão é impossível não gostar dele assim como do Johnny eu diria assim de inicio que meu personagem preferido é JOHNNY é claro que Kourem é um ótimo personagem mais sempre me encanto com os personagens mais marcantes.

É muito difícil não gostar dessa obra, pois o autor brinca com a nossa imaginação e durante a narrativa vocês se pegam conversando com os personagens como se fosse orientando a não fazer certas coisas isso é demais. Durante toda narrativa vocês participam das aventuras vividas pelos personagens Bleas Essa obra é cheia de batalhas, o que eu não vi no primeiro livro vi nesse que foi o amadurecimento do Johnny que estava precisando pois no primeiro achei ele muito mimado,mostrou também um lado que não havia percebido nele que era a raiva que ele sentia tanto que mexia com emocional dele e realmente raiva mexe muito com  nosso instinto emocional que as vezes nos priva de ver os nossos erros, era nesse momento que dava vontade de dar uma chacoalhada nele para que ele acorda-se para vida.





Mais já deu para vocês perceberem que nessa obra há o bem e o mal, e com isso as coisas entre os irmãos estão muito tensa, ou seja, o bem querendo vencer o mal, o autor soube com maestria administrar os personagens com clareza cada um com sua dosagem sem que houvesse alguma controvérsia ambos. Ele soube traçar os planos na maneira certinha e essa escrita dele não nos deixa a desejar.






Nessa obra teve novos personagens e outros que morrem durante a narrativa o que me deixou pasma a forma como o autor inseri e tira sem que eles fizessem muita falta. No livro fala também sobre traição algo que não admito mais que na obra nos mostrou como se acontece, tem também mudança de lados e muitas jogadas que os personagens faz para arquitetar todo trajeto e são muito bem elaborados apesar de sempre haver uma falha entre ambos os lados.
A morte de um dos personagens me deixou triste mais sei que era para dar seguimento à trama mais diria que preferia ele vivo para mostrar que ele iria conseguir mostrar a cidade que deficiente também consegue.

Quero agradecer ao autor por confiar no meu trabalho e pela paciência pela espera da resenha que demorei eu sei, mais expliquei meus motivos para ele e com essa maestria que ele tem simplesmente ele me entendeu. Foi um prazer conhecer suas obras que são espetaculares e muito bem elaboradas.Curtir as duas obras do inicio ao fim sem me sentir cansada pois nessa obra não teve enralações e muitos menos palavrões.Essa edição esta maravilhosa não tenho do que me queixar dou em cinco estrelas em tudo pois foi esplêndido, ou seja você arrasou no primeiro e no segundo estou imaginando o terceiro.







Aliás, o terceiro livro, Johnny Bleas - O Herdeiro de Asterium, já está entregue a Editora Pandorga e tem previsão de lançamento no final de 2017.

Para aqueles que tiverem interesse em conhecer mais sobre a obra e o autor abaixo deixo os contatos:


Website AUTOR: www.jgbrene.com
Website TRILOGIA: www.johnnybleas.com.br
Instagram &Twitter: @jgbrene
Fanpage AUTOR: www.facebook.com/jgbrene
Fanpage TRILOGIA: www.facebook.com/johnnybleas
#Hashtags: #jgbrene #johnnybleas #editorapandorga #magicinside

terça-feira, 23 de maio de 2017

Divulgação de mais uma bela obra

Olá meus amores como vão, olha eu de volta ao blog ando ausente mais aos poucos estou voltando... Bom hoje trago uma divulgação de um livro que achei sem querer pelo Facebook estava divulgando uma Fan Page de um amigo e acabei encontrando esse livro e esse autor super simpático.O nome do livro é O Abismo do autor Sergio Mattos ele é super simpático e atencioso então resolvi divulga-lo vamos lá?Este livro por enquanto esta no WattPad deixarei o link no final.

Um pouco sobre o autor!!!






Autor de contos e romances de suspense, dentre minhas influências estão Stephen King e Harold Robbins, alem de Machado de Assis, Raphael Montes e Nelson Rodrigues, dentre tantos outros inigualáveis, busco em minha escrita desmontar/esquartejar o quebra cabeças que é a mente humana, em seus extremos. Quando sentem medo, raiva, amor e angústia. Até onde o ser humano é capaz de chegar, o quanto pode suportar, quando esta no limite. Há limites?







Sinopse:

James era um fenômeno literário dos Estado Unidos, seu rosto estampava jornais e revistas. Eleito umas das pessoas mais influentes, da America. Todos queriam ler suas historias. Sua escrita causava um efeito hipnótico nos leitores. Mas além dos holofotes da fama, que inegavelmente merecera, sua vida estava sendo destruída, estava em completa ruína. Um casamento fracassado e uma relação obtusa com sua filha. James estava perdendo o jogo. E o seu vicio, passara a dominá-lo. O álcool, o tornara uma marionete. Em uma noite, tudo que construíra foi, destruído. Sua filha, foi brutalmente assassinada, ele finalmente ou miseravelmente acordou para uma realidade cruel. Como se um abismo tivesse sido aberto debaixo da seus pés. Estava em queda livre. E o escritor, Best Seller , não terá mais nada a perder, e não haverá paz para ele, ou um dia sequer em que não pense na filha e em como vai vingá-la.Não haverá misericórdia para o assassino. James não quer paz. Nada trará sua filha de volta, ele não irá descansar, enquanto não reclamar seu direito de destruir aquele que o destruiu.



Links para leitura:


Onde encontrar o autor:

Facebook:https://www.facebook.com/SergioMattos21


Instagram:@sergiomattosautor

Email sergiomde21@gmail.com




segunda-feira, 15 de maio de 2017

Parceria com autor

Maurício Limeira!!!

Olá povo lindo, venho anunciar parceria com autor Mauricio Limeira, conheci ele através do blog antigo, vamos conhece-lo também?

Era uma vez uma menina chamada Quinha.
Quinha vivia com os pais, o irmão e o avô numa cobertura na Zona Sul do Rio de Janeiro. A casa de Quinha era grande, luxuosa e colorida. Os pais de Quinha a amavam e não conheciam qualquer dificuldade financeira.
Mas, apesar de tudo, Quinha não era feliz. Com apenas 11 anos de idade, a menina sofria a Síndrome das Pessoas Inexistentes, moléstia semelhante ao autismo, que a fazia viver num mundo sem pessoas. Quinha não enxergava os seres humanos com quem convivia. Seu universo era feito de lugares vazios. Apenas a internet possibilitava alguma comunicação com os outros, que para ela não passavam de personagens numa tela.

Longe dali, havia Paco.

Até aquele dia em que, na rede, uma menina tímida, de nome Quinha, atraiu a sua curiosidade.
*
O TERRAÇO E A CAVERNA é um romance com crianças e poesia. É uma fantasia urbana em que a ação, mais do que fora, ocorre dentro da cabeça da protagonista. No mundo particular por onde transita a pequena Quinha, um gato pode não apenas falar e voar, mas nos levar a lugares repletos de estranheza. Construídos com o mesmo material instável, provocante e ameaçador que encontramos nos sonhos. A imaginação, principalmente a de uma criança, é imprevisível e pode tudo.
Mas o romance é também a história de Paco. Da realidade sólida e de gosto amargo que a fantasia de Quinha procura evitar. Na caverna em que se instalou com a família, Paco externa seus pensamentos, quase sempre hostis, contra um inimigo que ele acha que está em todos os lugares e em todas as pessoas. No entanto, ainda há uma criança dentro das mensagens lançadas como golpes, como armas. Uma criança que a agressividade do mundo não destruiu.
Um encontro entre essas duas crianças, de mundos tão diferentes, seria improvável. Mas isto não é empecilho para o destino.

O autor


MAURÍCIO LIMEIRA é carioca, funcionário público formado em História. Escreve desde a adolescência e vem publicando parte deste material na internet, ou inscrevendo em prêmios literários, ou bancando a impressão. Dois de seus contos foram publicados na revista Cult, um foi premiado em concurso da Fundação Ceperj. Lançou o romance de terror O Adversário, a novela de humor Taras, Fobias & Contas a Pagar e a monografia Nas Horas Mortas: A vida noturna no Centro do Rio de Janeiro (1920-1929). O TERRAÇO E A CAVERNA é seu terceiro romance, e foi premiado pela Fundação Cultural do Estado do Pará.

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Resenha

Resenha do livro Os Dias Voláteis do autor Marcelo Rua

Bem vou iniciar a resenha falando de alguns capítulos na qual me chamou atenção.
Me deparei com uma seguinte cena logo no inicio da leitura, a discordância entre os pais de Carlos, relacionada aos filhos, o pai é um tipo de pessoa na qual tem pulso firme com os filhos e também daqueles, digamos, descolado. É um tipo de pai na qual conversa com o filho e incentiva nas coisas, já a mãe de Carlos é um tipo de mãe que a filha pode tudo e o filho não, a cena descrita é o pai fala para o filho sair, pois ele vivia do trabalho pra escola da escola pra casa mal saía, já com isso a mãe dona Eunice veio discordando do marido achando que o filho tem que estar em casa, é um tipo de coisa que realmente acontece muito na realidade fora da ficção dos pais, discordarem na frente dos filhos. Já ouvi um psicólogo falar que não se deve fazer isso na frente dos filhos por eles ficarem assim: “pow, meu pai é legal, minha mãe é chata”, sempre os filhos vão dar essa ênfase.

A respeito da irmã de Carlos, a Janete, achei ela na história muito mimada pela mãe e ao mesmo tempo chata porque tudo que ela quer a mãe faz e Carlos a mãe quer controlar, Janete é um tipo de menina que tem um ar de patricinha, tudo ela quer e sem contar que ela bate de frente com irmão, teve uma cena que Carlos chegou atrasado pra escola e ele queria tomar banho, só que o pai estava no banheiro então ele resolveu esperar o pai sair. A irmã quando ouviu a voz dele saiu do quarto também querendo o mesmo, Carlos por sua vez disse que iria tomar banho porque estava atrasado e ela começou a cantarolar, tipo nem dando atenção ao que o irmão estava falando. O pai, seu Manfredo, que estava no banheiro, falou com altivez na qual ninguém bate de frente com ele, ou seja, ele falou, ela respeitou e voltou para o quarto. Por isso admiro o pai de Carlos. Então Janete é um tipo de personagem que não me atraiu. Vi muita coisa durante a narrativa com relação a ela, a mãe a deixa fazer o que quer, quanto ao filho ela pega no pé, ela merece é puxões de orelha e bem dadas.
Senti durante a narrativa que os personagens postos na história julgam muito as pessoas. Assim como
Carlos, os pais, a própria Janete, os amigos de Carlos, mas nenhum deles está na pele do outro para saber o que ‘’o outro está passando’’. É claro que em certas coisas os pais de Carlos têm razão em querer proteger os filhos, só que proteção demais também afasta os filhos.
Indo mais para frente, deparei-me com Chico. No início estava gostando dele porque ele se mostrava um ótimo amigo, até um certo dia Rômulo fez uma brincadeira com ele na qual resultou no afastamento dele para com os colegas, ele mostrou seu lado vingativo, claro que o Rômulo fez não foi o correto, mas também não vi motivos para Chico começar a destratar todos a procurar intriga para prejudicar aqueles que eram amigos de Rômulo, nesse caso o Carlos.
Friedrich foi o que me deu mais raiva pelo modo dele pensar em relação às mulheres, a religião, opção sexual do ser humano e a cor da pele. Ele é o tipo de pessoa que não gostaria perto de mim, é preconceituoso, se acha a última bolacha do pacote e além de achar que o dinheiro é um amigo, será mesmo?


O autor soube nos mostrar como é nossa realidade nessa obra, mostra o quanto amamos julgar o outro por tudo, ele mostrou que sim podemos ser diferente daquilo que li, nessa obra dá para tirar como lição tudo como amizade de Carlos pelo Rômulo que achei nossa, muito lindo, é rara amizade assim, mostra o quanto os pais protege demais um dos filhos enquanto o outro fica a ver navios fazendo o que quer, nem tudo nessa vida é o que queremos ser e sim como Deus quer.




sexta-feira, 5 de maio de 2017

Entrevista com M. Costa Roteirista

E aí meus queridos, olha eu de novo rsrs, bem hoje não será resenha, o post de hoje é uma entrevista que fiz com um roteirista sim vocês leram bem ROTEIRISTA, tive o prazer de me tornar amiga de um que se chama Marcelo Rodrigues, mais conhecido como M. Costa Roteirista. Sou amiga dele a uns três meses que meses maravilhoso pois pense num cara super brincalhão e ao mesmo tempo sério kkkkk



Biografia 

Marcelo R. Costa, nascido no dia 22/12/76, nascido no Rio de Janeiro atualmente mora em São Paulo.Começou a escrever pequenos textos em 2002 aos 26 anos.

E se aprimora a cada dia nso roteiros, seu primeiro trabalho foi (Sansão e Danilo), se estendendo a comédia a lista Tinder e textos para stand up comedy.
Atualmente esta batalhando para colocar seus projetos nos teatros de todo pais.





Entrevista com esse moço gato!!!


Roberta Souza: Quem é o Marcelo Costa?

Marcelo Costa: Eu sou um cara tranquilo... Sem vícios... Que ama e respira a arte... Ama animais... E ama a culinária...

Roberta Souza:Tá bom, você escreve roteiros,mas qual é seu trabalho?

Marcelo Costa: Eu vivo dos roteiros que escrevo... Stand up...textos...etc

Roberta Souza: Como faz para virar uma roteirista?

Marcelo Costa: Amar escrever e fazer um curso de roteiro...E claro...Dom...tem q ter dom

Roberta Souza:Você se inspira em alguém?

Marcelo Costa: Miguel Falabella Meu ídolo maior

Roberta Souza: Tem algum curso bom para recomendar,para aqueles que querem se torna um roteirista?

Marcelo Costa: Primeiro ter o dom para algum segmento...romance,comédia... Em seguida, pesquise 
um curso de acordo com suas condições.

Roberta Souza: Sempre tive vontade de ler um roteiro, você me mostraria um?

Marcelo Costa: Claro que sim

Roberta Souza: Mas você num sonha em se tornar diretor?

Marcelo Costa: Não...eu quero apenas roteirizar.
Porque? Eu me entrego 100% em tudo que faço...se tiver acúmulo de funções...eu não faria um bom trabalho.

Roberta Souza: Você num gostaria de ser um autor e escrever seu próprio livro?

Marcelo Costa: Não tenho essa pretensão...deixo para outro profissional

Roberta Souza: Faltam bons roteiristas no Brasil?

Marcelo Costa: O Brasil está bem servido de roteiristas...falta oportunidade para o profissional da arte

Roberta Souza: O problema do cinema brasileiro é o roteiro?

Marcelo Costa: O problema do cinema nacional é a falta de verba...


Recado do roteirista

Marcelo Costa

Nunca desista dos seus sonhos...tudo é possível para quem trabalha... Foco e fé.

Contatos com o roteirista: